sábado, 14 de dezembro de 2013

Nozes, amêndoas, castanha-do-pará e de caju fazem muito bem à saúde

Nozes, amêndoas, castanha-do-pará e de caju fazem muito bem à saúde, saiba o que elas oferecem
por Patricia Davidson Haiat - http://www2.uol.com.br/vyaestelar/nozes_amendoas_saude.htm
Nozes, amêndoas, castanha-do-pará, avelã, macadâmia... são muitas em um grupo chamado de oleaginosas e possuem muitos nutrientes como vitaminas, minerais, antioxidantes e gordura de ótima qualidade; agradam tanto ao paladar quanto ao coração.

Neste texto vamos ver as principais características de alguns desses curingas da alimentação saudável.Castanha-do-pará
A castanha-do-pará é uma oleaginosa tipicamente nacional e é uma das principais fontes de selênio, sendo que em uma unidade a necessidade diária do mineral já é suprida.

As últimas pesquisas só trazem boas notícias dessa castanha típica da região do Pará. O selênio contido nela tem grande poder antioxidante e por isso traz benefícios à saúde de hipertensos, idosos, portadores de colesterol alto e Alzheimer. Além disso, ela é rica em cálcio e magnésio, combinação perfeita para uma saúde óssea em dia. Ainda possui zinco, vitamina A, complexo B (B1, B2, B5) e fibras. Por isso, inclua uma castanha-do-pará no seu dia a dia e obtenha todos esses benefícios.
Nozes
As nozes tão tradicionais nas festas de Natal e Ano novo passam a ter lugar garantido nas mesas durante todo o ano. Ela é rica em gordura monoinsaturada que é superbenéfica, principalmente para a saúde cardiovascular, rica em glutationa e vitamina E que são antioxidantes poderosos e que atuam no combate ao excesso de radicais livres responsáveis por uma série de doenças como o câncer. E para fechar os benefícios, as nozes ainda possuem cálcio, zinco e fibras que ajudam a manter a saciedade e deixam a fome bem longe.
Castanha-de-caju
A castanha-de-caju tem ótimas quantidades de complexo B e de um aminoácido chamado arginina que auxilia na circulação sanguínea. Mas fique de olho, o recomendado é consumi-la só assada e sem sal e se for comprar as industrializadas, leia o rótulo porque normalmente elas adquirem aquela cor escura pelo processo de fritura. Por ser rica em um aminoácido chamado triptofano, ajuda na formação de serotonina, neurotransmissor relaxante e calmante. Também é fonte de zinco, cálcio e magnésio.
Amêndoas
As amêndoas são uma das mais requisitadas e alvos de estudo com ótimos resultados quando falamos de emagrecimento e manutenção de peso. Além disso, elas são ricas em cálcio, fósforo e arginina, que ajuda na circulação e na saúde cardiovascular! Elas possuem magnésio e vitamina E uma dupla antioxidante importante no combate ao excesso de radicais livres do organismo.
Depois de todos esses benefícios, inclua as oleaginosas naquele lanchinho da manhã ou da tarde. Além de todos os nutrientes e gordura monoinsaturada as fibras garantem saciedade na medida certa.
E para facilitar o uso das castanhas, amêndoas e nozes, selecionei algumas receitas:
Suco de morango
Ingredientes:
6 morangos (de preferência orgânicos)
200ml de água de coco
1 castanha-do-pará
Modo de fazer:
Bater todos os ingredientes no liquidificador.
Shake especial
Ingredientes:
150-200ml de leite de soja

1 banana pequena
5 amêndoas (deixadas de molho de um dia para o outro e sem a casca)

Modo de fazer:
Bater todos os ingredientes no liquidificador.
Risoto de quinua com cenoura e castanhas
Ingredientes:
350gr de quinua em grãos
2 cebolas médias
600 ml caldo de vegetais com temperos como cebolinha, salsinha, manjericão
200g de cenoura
1 tomate cortado em cubos
100g de castanha-de-caju quebradinha
Sal a gosto
Modo de fazer:
1- Corte a cebola em fatias finas e refogue-a com um pouquinho de água;
2-Junte a quinua e esquente até que os grãos absorvam todo o líquido;
3-Junte o caldo de vegetais aos poucos, coloque um pouquinho de sal e cozinhe em fogo baixo até secar a quinua. Temperar com sal, pimenta, se desejar, e noz moscada;
4- Ralar a cenoura, picar o tomate, misturar delicadamente com a quinua juntamente com a castanha;
5- Enforme a quinua em uma forminha e coloque no prato. Sirva com salada verde!

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Lucro de 15% com a castanha de caju no Piauí

Lucro de 15% com a castanha de caju no Piauí

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Por: Mauro Sampaio-Acessepiaui Mauro Sampaio-Acessepiaui
Castanha de caju está lucrativa no Piauí. Produção em alta
(MS, 02/12/2013, às 18:34:43)
A seca no Nordeste não causou estragos aos plantios de caju. A colheita da da castanha foi maior em 2013 e com mais demanda em outubro a comercialização ficou acima do preço mínimo, de R$ 1,56/kg.

O lucro no Piauí chega a 15,7% e o valor do quilo está em R$ 1,77. No Ceará, outro grande produtor na região, o lucro ainda é maior: 21,7% (R$ 1,74/kg).

A análise técnica da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de que as condições climáticas favoráveis permitem o restabelecimento dos estoques nas indústrias de beneficiamento de castanha e de que a recuperação econômica dos Estados Unidos permitirão o crescimento das exportações em 2014.

A estimativa do IBGE para a produção nacional de castanha de caju para 2013 é de 257,3 toneladas, um crescimento de 238,4% em relação ao ano passado (76 toneladas).

O Brasil é o quinto maior produtor. O Vietnã, o primeiro no ranking, deverá produzir 1,23 mil toneladas. Costa do Marfim, Índia e Nigéria também superam a produção brasileira.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Produção de castanha cresce nos países africanos

Postado em 01/07/2013 19h47 - http://www.portalmercadoaberto.com.br/blogs-categoria-det?post=4146

 
As indústrias de processamento de castanha-de-caju africanas vem se beneficano com os preços em queda da matéria-prima (castanha-de-caju in natura). O mercado da castanha na África começou a cair em abril, mesmo antes do início da colheita da safra que tem seu pico máximo de colheita no período de maio-junho para a maioria dos grandes produtores africanos.
São boas as perpestivas de produção de castanha neste ano na África. Fontes africanas indicam que a produção de Moçambique será de 110 mil toneladas, aproximando do recorde de produção daquele país de 113 mil toneladas obtidas em 2010. A produção de castanha de 2013 da Costa do Marfim está estimada em 480 mil toneladas, representado aumento em números absolutos de 50 mil toneladas. Guiné-Bissau deverá produzir mais de 140 mil toneladas e a produção da Tanzânia deverá ultrapassar 130 mil toneladas
Por causa da boa oferta de castanha-de-caju in natura (matéria-prima), vem crescendo a atração de investidores estrangeiros na África. Ainda este ano, a empresa brasileira - Usibras que vem operando no mercado africano há três anos, estará construindo uma fábrica de processamento em Gana, com capacidade para beneficiamento de 35 mil toneladas de castanha. No ano passado a Olam International abriu uma fábrica de beneficamento na Costa do Marfim, com capacidade de processamento de 30 mil toneladas.
A África vem tentando melhorar a produtividade e a qualidade da castanha e do caju. Além disso, aspira elevar a capacidade de processamento industral e, sobretudo, melhorar o aproveitamento do caju e do suco.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Importação de castanha-de-caju

18/06/2013 11h28

De janeiro a maio de 2013, as indústrias de beneficiamento de castanha-de-caju importaram dos países africanos, 25.669 toneladas do produto in natura. Foi pago pela transação comercial o valor total de US$ 18.607. Lembrando que de janeiro a dezembro de 2012 foram importadas 59.450 toneladas de castanha. Todas da África. Foi a maior importação brasileira de castanha-de-caju in natura.
Durante os cinco primeiros meses deste ano, coube às indústrias norte-rio-grandenses a importação de 1.000 toneladas e as cearenses de 24.669 toneladas. Entretanto, todas foram importadas pelos portos do estado do Ceará.
As importações foram feitas nos meses de janeiro, fevereiro e abril de 2013.
Ampliar
Os estoques internos de castanha-de-caju in natura estão praticamente zerados. A produção brasileira de 2012 foi muito atingida pelas estiagens. Por isso, as importações estão sendo volumosas. As compras no mercado externo deverão se estender até o início da colheita da safra deste ano - julho (nos estados do PI e do MA), setembro (no estado do CE) e outubro (no RN).
Postado :  http://www.portalmercadoaberto.com.br/blogs-categoria-det?post=4130

sábado, 8 de junho de 2013

Agroindústria em Ipixuna do Pará

Agroindústria em Ipixuna do Pará vai beneficiar castanha de caju

Cristino Martins/Ag. Pará
O empreendimento resulta da parceria entre Incra, Emater e Prefeitura de Ipixuna, que investiram quase R$ 1,2 milhão

Da Redação
Agência Pará de Notícias
Atualizado em 08/06/2013 às 21:41

Agricultores familiares que beneficiam castanha de caju em Ipixuna do Pará e mais 14 municípios do nordeste paraense, já tem como melhorar a produção. Foi inaugurada neste sábado (8) a primeira agroindústria de beneficiamento de frutas do município.
A fábrica vai absorver a produção de quase 4 mil famílias agricultoras. Ipixuna do Pará é responsável pela maior produção paraense de castanha de caju, com mil toneladas anuais.
O empreendimento, construído com recursos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), em parceria com a Prefeitura de Ipixuna, é um investimento de quase R$ 1,2 milhão.
Com capacidade de processamento anual de 300 toneladas de castanha e 60 mil quilos de amêndoas, a agroindústria também beneficiará outras frutas. A fábrica vai gerar 50 empregos diretos e mais de 4 mil indiretos. Com equipamentos modernos para o beneficiamento de frutas, a agroindústria conta com caldeira, autoclave centrífuga e mesas de seleção de produtos.
Valorização - Se vendida in natura, a castanha de caju na região atinge, no máximo, R$ 1,30 o quilo. Após o beneficiamento, o quilo da amêndoa chega a R$ 20,00. “A implantação dessa fábrica é a realização de um sonho. Vamos deixar de vender para o atravessador e comercializar direto com o consumidor. Isso nos estimula a produzir e ficar no campo”, disse Ivaldo Leite, agricultor de Ipixuna do Pará, que também venderá sua produção para a fábrica.
“É isso que queremos, gerar emprego e renda para essas famílias. Esse é o papel da Emater, o compromisso com a excelência da produção”, ressaltou Cleide Amorim, presidente da Emater.
Durante a fase de implantação serão capacitadas 240 famílias, com informações sobre produção, seleção, comercialização, cooperativismo e gestão. Serão nove cursos, ministrados por meio da Organização Brasileira de Cooperativas (OCB).
O beneficiamento dos produtos direto na fábrica tem o acompanhamento e a capacitação da tecnóloga de Alimentos da Emater, Michele Sandrine.
A inauguração contou com as presenças de centenas de agricultores, do secretário Especial de Desenvolvimento e Incentivo à Produção, Sidney Rosa; de Elielson Silva, superintendente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em Belém, e dos parlamentares Wandenkolk Gonçalves, Beto Faro e Carlos Bordalo.

Serra do Mel: MPE apura evasão e infrequência escolar

sábado, 8 de junho de 2013

Serra do Mel: MPE apura evasão e infrequência escolar

Responsável pela função de 4º promotor de Justiça da comarca judicial sediada na cidade de Mossoró, o bacharel José Hercy Ponte de Alencar instaurou Inquérito Civil Público para apurar problemas relativos à evasão e infrequência escolar de alunos matriculados na Escola Estadual Padre José de Anchieta, na cidade de Serra do Mel.
Deu vida ao Inquérito a Portaria nº 033/2013 divulgada neste sábado (08) pelo Diário Oficial do Estado.
O representante do Ministério Público Estadual (MPE) tenciona ouvir o Conselho Tutelar dos Direitos da Criança e do Adolescente de Serra do Mel acerca do fato.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Noticias Internacional - EDNALDO FILGUEIRA

Journalists Killed in 2011 - Motive Confirmed: Edinaldo Filgueira

PublisherCommittee to Protect Journalists
Publication Date20 December 2011
Cite asCommittee to Protect Journalists, Journalists Killed in 2011 - Motive Confirmed: Edinaldo Filgueira, 20 December 2011, available at: http://www.refworld.org/docid/4f045aa013.html [accessed 5 June 2013]
DisclaimerThis is not a UNHCR publication. UNHCR is not responsible for, nor does it necessarily endorse, its content. Any views expressed are solely those of the author or publisher and do not necessarily reflect those of UNHCR, the United Nations or its Member States.
Jornal o Serrano
June 15, 2011, in Serra do Mel, Brazil

Filgueira, 36, was shot six times by three unidentified men on a motorcycle as he left his office on the evening of June 15, local journalists said. He was founder and director of the local newspaper Jornal o Serrano and regional director of the ruling Workers' Party. He died at the scene.
On July 2, police arrested five suspects who they said belonged to a gang of contract killers. Police also seized several weapons and large quantities of ammunition in the arrests.
According to local press reports, Filgueira had received death threats after he published a poll criticizing the performance of the local government. Federal police chief Marcelo Mosele told CPJ that investigators were focusing on Filgueira's journalistic work as the motive for the crime.

TRADUÇÃO PARA O PORTUGUES.
Jornalistas mortos em 2011 - Motive Confirmado: Edinaldo Filgueira


Comitê para a Proteção dos Jornalistas editora
Data da Publicação 20 de dezembro de 2011
Cite como o Comitê para a Proteção dos Jornalistas, jornalistas mortos em 2011 - Motive Confirmados: Edinaldo Filgueira, 20 de dezembro de 2011, disponível em: http://www.refworld.org/docid/4f045aa013.html [accessed 05 de junho de 2013]
Disclaimer Esta não é uma publicação do ACNUR. ACNUR não é responsável, nem endossa necessariamente, o seu conteúdo. Quaisquer opiniões expressas são da exclusiva responsabilidade do autor ou editora e não refletem necessariamente as do ACNUR, as Nações Unidas ou os Estados-Membros.

Jornal o Serrano
15 de junho de 2011, em Serra do Mel, Brasil

Filgueira, 36 anos, foi baleado seis vezes por três homens não identificados em uma motocicleta quando ele deixou seu gabinete na noite de 15 de junho, disse que os jornalistas locais. Ele foi o fundador e diretor do jornal local Jornal o Serrano e diretor regional do Partido dos Trabalhadores no poder. Ele morreu no local.

Em 2 de julho, a polícia prendeu cinco suspeitos que disseram pertencia a uma gangue de assassinos de contrato. A polícia também apreendeu diversas armas e grande quantidade de munição nas prisões.

De acordo com informações da imprensa local, Filgueira havia recebido ameaças de morte depois que ele publicou uma pesquisa criticando o desempenho do governo local. Delegado da Polícia Federal Marcelo Mosele disse ao CPJ que os investigadores estavam focando o trabalho jornalístico de Filgueira como o motivo do crime.

sábado, 13 de abril de 2013

Safra de caju sofre queda de 80%

O setor da cajucultura está apreensivo com a falta de chuvas no estado do Ceará. Nas duas últimas safras foram registradas perdas significativas na produção de caju e o setor teme que a cadeia produtiva da fruta seja prejudicada. No ano de 2012 a produção foi de apenas 30 mil toneladas, cerca de 70% menor do que o normal. A expectativa é de uma redução de até 80% neste ano.
Há quatro anos a fruta era abundante nas propriedades no estado. Apesar das crises o Ceará ainda possui em torno de 58 mil produtores e 157 mil pessoas trabalham em funções ligadas a cultura do caju e continua como maior produtor de caju do país, seguido pelo Piauí e pelo Rio Grande do Norte.
Produtores e industrias sofrem com a crise:
Na industria a solução é importar matéria-prima de outros países para manter a produção. “a gente teve que buscar isso na África, em Gana, e fizemos isso para manter (a produção)”. Afirma José Carlos Rocha, diretor de uma industria de Beneficiamento de Castanha.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Produtores de Caju do Estado do Ceará, Paulo de Tarso Meyer, a junção de tecnologia e políticas públicas poderiam minimizar os danos da estiagem a cajucultura. “um dos primeiros parâmetros que o Cajueiro quer é a chuva, tem que chover no período de março, abril, maio e junho pra que ele se abasteça de recursos hídricos e produza bem” afirma Paulo de Tarso.
Fonte: em Jornal Jangadeiro |11/04/2013 - 13:08

Moçambique aprova plano para aumentar produção de castanha de caju

Moçambique aprova plano para aumentar produção de castanha de caju

11 de abril de 2013
Castanha de Caju

A produção de castanha de caju em Moçambique deverá passar das atuais 112 mil toneladas para 182 mil toneladas em 10 anos com a aplicação de programas direcionados para a investigação, novos plantios e pulverizações, anunciou terça-feira em Maputo o vice-ministro da Agricultura.
No final da reunião do Conselho de Ministros em que foi aprovado o 2º Plano Diretor do Caju, para vigorar de 2013 a 2023, o vice-ministro Antônio Limbau disse que o documento define estratégias e ações destinadas a assegurar o desenvolvimento do setor e o bem-estar da população que tem a sua atividade ligada ao sector cajueiro.
Na oportunidade, Limbau recordou que o primeiro plano diretor permitiu o desenvolvimento de quatro variedades para um aumento da produção, além de ter induzido o aumento do processamento interno da castanha, atualmente em 30 mil toneladas, o valor mais elevado dos países produtores em África.
O 2º Plano Diretor do Caju visa o aumento da produção de mudas dos atuais 2,7 milhões de plantas para 4,6 milhões nos próximos dez anos e passar de 4,8 milhões de cajueiros para cinco milhões de unidades pulverizadas para melhorar a produtividade.
Pretende-se, igualmente, melhorar a qualidade da castanha, que é definida pelo preenchimento da castanha em si, da cor e tamanho, que são componentes importantes para o processamento interno como também para a exportação e aumentar a capacidade de processamento interno para 100 mil toneladas.
Na década de 1970, Moçambique chegou a ser o maior produtor mundial de castanha de caju, com uma produção de mais de 200 mil toneladas, que foi regredindo devido a diversos fatores, um dos quais uma guerra civil que durou 16 anos.
Fonte: Adaptado do site Rádio Moçambique

Importação de castanha-de-caju in natura da África

12/04/2013 16h12 = http://www.portalmercadoaberto.com.br/

Por causa da seca que reduziu a produção brasileira de castanha-de-caju, os estados do Ceará e do Rio Grande do Norte importaram, durante os três primeiros meses deste ano, 19.687 toneladas do produto in natura dos países africanos.
Foram desembolsados US$ 14.865 para a operação de importação. O preço médio da castanha-de-caju in natura foi de US$ 0.76/kg.
Do total importado o estado do Ceará foi responsável por 18.687 toneladas (US$ 14.037). Enquanto que coube ao estado do Rio Grande do Norte a importação de 1.000 toneladas (US$ 828) no período. Em termos percentuais, o Ceará respondeu por 94,9% e o Rio Grande do Norte por 5,1% do total importado.
As castanhas adquiridas pelas indústrias cearenses e potiguares vieram da Costa do Marfim e de Gana, ambos países africanos.