segunda-feira, 18 de março de 2013

Atravessadores de amêndoas em Itabaiana cumpre lei trabalista

15/mar/2013 - 13:53:00 ATRAVESSADORES DE CASTANHA DEVEM ASSUMIR VÍNCULOS EMPREGATÍCIOS
O cenário do beneficiamento da castanha no estado de Sergipe começa a mudar, isso por que a juíza do Trabalho, Gilvânia Oliveira de Rezende, determinou, na Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho em Itabaiana, que Luciano Andrade Oliveira Santos, atravessador da castanha de caju em Itabaiana e Campo do Brito, assuma os vínculos empregatícios de todos os seus beneficiadores.
Dentre as determinações estão a assinatura das carteiras de trabalho, regularização de salários e FGTS, uso de equipamentos de proteção, melhoria das condições sanitárias e de conforto no local de trabalho, além da proibição de contratar menores de idade. O atravessador foi condenado ainda ao pagamento de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) por indenização dos danos morais coletivos.
As investigações se iniciaram após denúncia do Ministério Público do Estado de Sergipe (MPE) com base em relatórios de inspeção da Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado da Saúde relatando inúmeras irregularidades ambientais e trabalhistas cometidas pelo réu. Após inspeções conjuntas do Ministério Público do Trabalho e do Ministério do Trabalho e Emprego nos povoados, foram flagrados diversos trabalhadores laborando em condições desumanas, sem reconhecimento do vínculo empregatício e dos direitos trabalhistas básicos.
Após a sentença condenatória, outros atravessadores de castanha que também estavam sendo processados, procuraram o MPT em Itabaiana para firmar acordos judiciais. Pessoas conhecidas nos municípios, os atravessadores José Adilson Nunes, Marcos do Prado Nunes, João Lima de Almeida, José Santos Santana, Fernando Santos e Genilson Tavares, comprometeram-se a cumprir as mesmas obrigações, sob pena de multa de R$ 5.000,00, por cada trabalhador prejudicado, em caso de descumprimento.
De acordo com o procurador do Trabalho do MPT em Itabaiana que conduziu as investigações, Raymundo Ribeiro, a atividade é antiga na região e marcada pela informalidade das relações de trabalho. “É possível identificar facilmente a existência de atravessadores que compram e fornecem a castanha in natura nos povoados para o beneficiamento, remunera o serviço, recolhe a amêndoa processada e a comercializa. Ainda, definem o valor a ser pago aos trabalhadores e o prazo que estes devem imprimir na entrega do produto beneficiado, em clara relação de emprego sem o devido reconhecimento”, explica.
Para Raymundo Ribeiro, “o processo de trabalho no beneficiamento da castanha de caju em Itabaiana e Campo do Brito é predatório, uma afronta à dignidade humana. A sentença da Vara do Trabalho de Itabaiana é a primeira que reconhece o vínculo direto entre atravessador e beneficiadores e repercute positivamente para a melhoria da realidade local. Isso demonstra o potencial transformador da realidade que uma decisão judicial bem fundamentada possui”.
Os municípios de Itabaiana e Campo do Brito são os maiores produtores de castanha de caju do estado. Em Itabaiana, o beneficiamento da castanha se concentra nos povoados Carrilho, Dendezeiro, Taboca e em Campo do Brito, nos povoados Mutirão, Muginga e Poço Comprido.
Os processos 0000728-39.2011.5.20.0013, 0000126-14.2012.5.20.0013 e 0000803-44.2012.5.20.0013 podem ser consultados por meio do site www.trt20.jus.br.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

SAFRA DA CASTANHA DE CAJU EM 2012 FOI REDUZIDA EM 70%

Produção de castanha despenca. Com esse título a Tribuna do Norte, publicou matéria dos reporteres Hudson Helder e Andrielle Mendes sobre a redução da produção de castanha do estado, em 2012. Veja a reportagem na íntgegra:

Produção de castanha despenca
Hudson Helder - Chefe de Reportagem
A praga da mosca branca e a seca podem ter reduzido a produção potiguar de castanha de caju em até 70% no ano passado. A crise na produção atingiu a todo o Nordeste e afeta diretamente a indústria de beneficiamento. A Iracema, maior empresa beneficiadora dessa matéria-prima no Rio Grande do Norte, instalada no município de São Paulo do Potengi, passou a importar castanhas de seis países africanos. A redução na oferta a partir dos três maiores produtores - Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte - obrigou a empresa a conceder férias coletivas de três a quatro meses aos funcionários da unidade de beneficiamento instalada em São Paulo do Potengi.
Adriano AbreuAmêndoas de castanha no mercado popular em Natal: praga da mosca branca e seca afetaram a produção de caju no NordesteAmêndoas de castanha no mercado popular em Natal: praga da mosca branca e seca afetaram a produção de caju no Nordeste
A unidade de produção precisou ser adequada à crise pela qual passa o setor primário do agronegócio da castanha de caju. A produção e oferta do produto, no ano passado e início deste ano, não alcançou 40% da média anual no Rio Grande do Norte, de forma que a empresa antecipou a importação do produto nos cultivares africanos para não ter que parar a fábrica e dispensar funcionários.
Inicialmente a empresa, que tem outras três unidades de beneficiamento no estado do Ceará, havia projetado a importação de 60 mil toneladas de castanha, mas com o agravamento da crise nas áreas de cultivo do Nordeste brasileiro modificou essa projeção para compra de 100 mil toneladas aos países da África.
"Não está descartada a necessidade de ampliarmos essa compra. A capacidade instalada da fábrica é para beneficiamento de 400 mil toneladas/ano, e a produção brasileira é de 320 mil toneladas. Ou seja, mesmo que estivéssemos com a produção regular no campo, haveria eventual necessidade de importação do produto", disse o engenheiro agrônomo e responsável pelo setor de compra de matéria-prima da Iracema, Orion Gomes.
Em 2012, a empresa praticamente não recebeu matéria-prima oriunda dos produtores potiguares. Essa produção, afetada especialmente pela estiagem e a praga da mosca-branca, ficou mesmo com os pequenos beneficiadores que atendem basicamente a demanda da região onde estão localizados.
A crise no setor primário da cajucultura, segundo o engenheiro agrônomo, transcende as questões climáticas ou a influência das pragas nos cultivares do Rio Grande do Norte. "Há um problema sério, que é a falta de continuidade de uma política pública voltada ao setor produtivo. Os últimos gestores não têm tratado a cajucultura considerando a importância dela para a economia do Estado. O Rio Grande do Norte era o principal produtor; hoje está em terceiro, perdendo espaço já para o estado do Piauí", alertou. "Mas é uma crítica construtiva, para que depois não se perguntem porque acabou a atividade".
À medida que importa a matéria-prima, o Rio Grande do Norte perde também noutro flanco da geração de receita porque a operação é feita via Porto do Mucuripe, em Fortaleza (CE). "O preço da castanha importada é competitivo. Empresário algum faria uma operação dessas se fosse para operar no vermelho", ressalta o engenheiro da Iracema, Orion Gomes.A Iracema emprega cerca de 400 pessoas somente na unidade de beneficiamento de São Paulo do Potengi, um município com população de aproximadamente 16 mil pessoas. As quatro unidades, juntas, empregam hoje 2.200 trabalhadores.

Problemas afetam toda a cadeia produtiva
Andrielle Mendes - Repórter
A Iracema Indústria e Comércio de Castanhas de Caju não é a única empresa afetada pela escassez de matéria-prima no Rio Grande do Norte. Segundo Luiz Gonzaga Costa, analista de Mercado de Produtos Agrícolas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) no RN, a queda na produção de castanha, intensificada com o agravamento da seca, atinge toda a cadeia produtiva.
Segundo o analista, o agravamento da seca teria levado várias fábricas a fecharem as portas no estado. "Quem não fechou, reduziu a produção, demitiu funcionários e está com até 50% de sua capacidade ociosa", afirma. A Secretaria Estadual de Agricultura e Pesca estima que cerca de 150 mil pessoas estejam sendo afetadas direta ou indiretamente com a queda na produção de castanha no estado. A estimativa, segundo José Simplício, secretário interino, não inclui a mão de obra empregada nas fábricas.
De acordo com levantamento prévio da Secretaria, a produção de castanha de caju pode ter caído até 70% em 2012 só no Rio Grande do Norte. O percentual é menor apenas que o registrado em 1993, quando a produção caiu 80% em função da seca. Os prognósticos, afirma Luiz Gonzaga, não são animadores. O RN, que já chegou a produzir 50 mil toneladas de castanha de caju por ano, não ultrapassou a marca das 15 mil toneladas no ano passado. A produção pode cair ainda mais, se não chover, alerta Gonzaga.
Para o analista, a política de incentivo à cajucultura no RN não tem atingido os resultados esperados. "É preciso mais apoio", cobra. A Secretaria de Agricultura reconhece o problema e afirma que vai reforçar o programa de recuperação de pomares, agora abrigado dentro do programa RN Sustentável. Segundo Simplício, o governo investirá entre R$ 10 milhões e R$ 12 milhões na cadeia produtiva do caju. O dinheiro será utilizado, entre outras coisas, para preparar o solo, distribuir mudas, adubar pomares e renovar a copa dos cajueiros. Os projetos, segundo ele, começam a ser executados ainda este ano. O secretário reconhece que a distribuição de mudas iniciada anos atrás foi ineficiente e confessa que os recursos destinados ao setor nos últimos anos foram 'limitados'.
Enquanto as ações governamentais não saem do papel, os empresários encontram na importação uma alternativa para continuar produzindo. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), levantados por Luiz Gonzaga, o Brasil importou 51,5 mil toneladas de castanha de caju em 2012, o maior volume já importado pelo país. Deste total, 95% foi para o Ceará, principal beneficiador de castanha no Brasil. Das 14 grandes indústrias de beneficiamento de castanha de caju, 11 estão lá.
O RN ficou com 3,1 mil toneladas do que foi importado pelo país. As três indústrias localizadas no estado, observa José Simplício, tem capacidade para beneficiar até 70 mil toneladas por ano. "Não tem outra saída. O empresário tem que importar".
Tanto Luiz Gonzaga, da Conab, quanto José Simplício, da Agricultura, discordam dos números apresentados pela Iracema Indústria e Comércio. Para Luiz Gonzaga, a fábrica, sozinha, não seria capaz de importar o dobro do que o país importou no ano passado. Simplício acrescenta que a capacidade de beneficiamento das indústrias de mesmo porte não ultrapassa 20 mil toneladas ano.

INCÊNDIO
Da TN Online
Um incêndio por volta de meio-dia de ontem atingiu a fábrica de castanhas no município de São Paulo do Potengi. De acordo com o tenente Cristiano Couceiro, do Corpo de Bombeiros, a prefeitura da cidade auxiliou os trabalhos da corporação com um carro pipa para controlar o fogo. Segundo a tenente Denise, a causa do incêndio ainda está sendo averiguada. O que se sabe é que teve a ver com a casca da castanha, que, quando madura, apresenta-se dura e com um óleo viscoso, cáustico e inflamável. O corpo de bombeiros confirmou que o incêndio foi de média-proporção, atingindo extensa área na localidade. Não houve registro de vítimas. A reportagem tentou, sem sucesso, contato com a empresa na tarde de ontem
.
Fonte: Tribuna do Norte - sábado, 9 de fevereiro de 2013

sábado, 12 de janeiro de 2013

Preço aliciante da castanha de cajú entusiasma camponeses

Nampula - Mz: Qui, 10 de Janeiro de 2013 17:27

domingo, 25 de novembro de 2012

COOPERCAJU e APISMEL participa da FENAFRA no Rio de Janeiro

 Entrada Feira da FENAFRA no Rio de Janeiro
 Foto
 stand Rede Xique Xique
stand Rede Xique Xique
O RN tinha 03 representantes na audiencia da ABRABIO 
com o Ministro Pepe Vargas do MDA.
Foto
Terezinha Oliveira conversando com o Ministro PePe da MDA
na Feira FENAFRA no Rio de Janeiro.
 José Helio Morais da Costa - presidente da APISMEL
representando apicultura de Serra do Mel.
Foto
 

OS REPRESENTANTE DA COOPERCAJU e APISMEL,
participarem junto com outros produrtores da região Oeste do RN,
na Stand da Rede Xique Xique

domingo, 18 de novembro de 2012

Tecnologia Social - Máquinas de corte de castanha de caju. Serra do Mel

A vida dos empreendimentos da Agricultura Familiar ou da Economia Solidária não é fácil. Concorrer com as empresas, que recebem incentivos e apoio do governo, ou acessam credito de forma menos burocrática, estes empreendimentos buscam sua sobrevivência no fio tênue do equilíbiro financeiro e quando o tem. Muitas são as dificuldades enfrentadas, desde o ambiente interno quanto no ambiente externo aos mesmos.
Alguns locais, e dependendo do tempo que desenvolvem as atividades, relacionadas principalmente as ua cadeia produtiva, aparecem a criatividade, a busca de superação dos obstáculos e evidencia-se a capacidade humana da criação, da invenção, da adptação culminando no surgimento de sistemas, máquinas e ferramentas e instrumentos que melhoram o executar de tal atividade, tarefa ou função.
Muitas vezes, talvez por falta de olhar mais apurado, ou de uma visão mais simplicista, estas
oportunidades passam desapercebidas ou não damos a improtância devida.
Em 2010, um grupo de associados da APABV esteve na Serra do Mel, e teve contato com uma máquina de corte que melhoraria ou trabalha, permitindo ao operador aumentar sua renda em função da produtividade obtida.
As máquinas que utilizamos nos processos de corte de castanha de caju são estas abaixo e que precisam de duas pessoas para a operação.



A Serra do Mel é uma referência no Rio Grande do Norte em produção e beneficiamento de castanha de caju, em outras palavras se criou um CLUSTER, no que se refere a cadeia produtiva da cajucultura, com o nível de desenvolverem sua própria tecnologia. Uma das personalidade de criação que tivemos a oportunidade de conhecer foi o já falecido sr. Zé Bento, muito criativo, pessoa de personalidade forte mais muito inteligente. No desenvolver das suas atividades todos desenvolveram algum tipo de maquinas ou aperfeiçou instrumentos e ferramentes com o intuito de melhorar o seu dia-a-dia e sua produção.
Assim, o modelo de máquina de corte mostrado abaixo, vem desta visão empreendedora, da busca pela melhoria dos serviços. Todo os méritos são aos amigos e trabalhadores da cajucultura de Serra do Mel, que aos poucos estão sendo reconhecido e incorporadas por outros modelos de produção e projetos relacionados com a cajucultura. A Fundação Banco do Brasil e os parceiros do Projeto Cajucultura do RN, estão incorporando a tecnologia social surgida em Serra do Mel nas Unidades de Beneficiamento ligadas ao Projeto da cajucultura do RN.



Este modelo, dentro das nossas expectativas pode nos ajudar na solução da falta de cortadores em função da não necessidade de duas pessoas na operação do corte e outra para a retirada da amêndoa da casca.
Logo, a possibilidade de cada cortador aperfeiçoar o corte e aumentar sua renda em função do aumento da produtividade.

domingo, 4 de novembro de 2012

Seca e mosca branca podem dizimar produção de caju


ASSÚ – O prolongamento do quadro de estiagem e o aparecimento da praga da Mosca Branca, que infestou praticamente todos os pomares de caju, poderão levar a um prejuízo de 100% da produção de castanha prevista pela diretoria da Cooperativa de Produtores de Castanha de Caju, no projeto de assentamento rural de Novo Pingos, município do Assú.
A expectativa sombria foi feita pelo presidente da organização, Manuel Cristiano da Cunha.
O dirigente cooperativista lamentou que, além dos problemas decorrentes da seca, a situação só fez piorar com o surgimento da praga. Manuel Cristiano disse que há uma preocupação muito grande diante do panorama atual.
"O pior de tudo é que até agora não temos encontrado uma solução para resolver este impasse", refletiu. "A certeza que temos é que não haverá safra de caju este ano em praticamente todo o Estado", completou.
Manuel Cristiano disse que, semana que passou, a questão foi tema de um encontro com representantes de uma das instituições parceiras das entidades que atuam na produção de castanha de caju no Estado: a Fundação Banco do Brasil (FBB).
"O encontro foi para uma ampla discussão sobre os problemas enfrentados por todas as cooperativas iguais à nossa no Rio Grande do Norte", explicou o dirigente cooperativista. PESSIMISMO
Ele ressaltou que, em consequência do agravamento do problema, já houve uma nova estimativa com relação aos danos que a estiagem e a praga provocarão na safra de caju em 2012.
"Antes tínhamos calculado que a safra poderia ter uma perda de 70% por conta da seca, mas agora, com a chegada da mosca branca, reavaliamos a situação e já se pode dizer que esta perda poderá chegar aos 100%", manifestou o presidente da entidade cooperativista.
saiba mais
Mosca Branca
O adulto de mosca branca mede de 0,8 a 1,0mm, com corpo amarelo, quatro asas membranosas recobertas por pulverulência branca. Em condições favoráveis, sua longevidade pode ser de até 20 dias, sendo mais comum 10 dias. Uma fêmea coloca cerca de 250 ovos, dependendo do hospedeiro e da temperatura.
Ninfa
A ninfa, de hábito sedentário, mede cerca de 0,3 a 0,6mm, com duração de cerca de 10 a 12 dias, dependendo das condições ambientais e da planta hospedeira. As ninfas possuem quatro fases diferentes de desenvolvimento. (1º, 2º e 3º Instar). Após o terceiro Instar, temos a fase de pupa e finalmente adulto.

Ovos
São encontrados, na face inferior do
limbo foliar das plantas, geralmente
próximo às nervuras, ovos (0,2mm) presos por um pedúnculo curto, que
levam cerca de 6 a 12 dias para eclodirem e
surgirem as ninfas.
Área de abrangênciaTambém são encontradas, na face
inferior das folhas a pupa e os adultos, entretanto este último apresenta grande agilidade de locomoção e
dispersão por meio do vento, podendo ser encontrado a 7km da área atacada.

Postado:  Quinta-feira, 01 de Novembro de 2012 às 00:00 / Por: Redação - www.omossoroense.com.br - Regional

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

SENAI expõe projeto de inovação na Semana de Ciência e Tecnologia

Escrito por ASCOM Qua, 17 de Outubro de 2012 15:07
Com o objetivo de fortalecer a política de desenvolvimento da ciência e tecnologia piauienses, acontece entre os dias 17 e 18 de outubro, na Federação das Indústrias do Estado do Piauí (FIEPI), a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). Este ano, a temática do evento é Economia Verde, Sustentabilidade e Erradicação da Pobreza.
Uma feira está sendo realizada paralelamente ao evento, com exposições de produção científica, soluções de inovações e resultados. No local consultores e analistas do Sebrae e organizações parceiras repassam aos visitantes informações sobre os projetos desenvolvidos no Estado.
Parceira do evento, a FIEPI, através do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Piauí (SENAI-PI) mantém um stand no local onde apresenta, entre outros produtos e serviços, o Projeto de Inovação Desenvolvimento de Antioxidante para a Indústria de Biocombustíveis a partir de subprodutos da cadeia produtiva da castanha de caju.
Desenvolvido através de parceria entre a Vegeflora, SENAI-PI e Universidade Federal do Piauí, por meio do Núcleo de Pesquisa em Biodiversidade e Biotecnologia (BIOTEC), o projeto encontra-se em fase final de aperfeiçoamento.
De acordo com o professor da Universidade Federal do Piauí (UFPI), José Roberto, responsável pelo projeto, o Líquido da Castanha de Caju (LCC) é o principal componente do antioxidante, ele é utilizado diretamente, sem nenhum processamento, apenas a filtragem. Segundo ele, já foram sintetizados vários antioxidantes apenas mudando os aditivos, para aumentar a qualidade do produto, mas todos são à base de LCC.
Na opinião do diretor regional do SENAI-PI, Ewerton Negri Pinheiro, “isso mostra que as lideranças do Sistema Federação das Indústrias do Piauí (FIEPI) estão sensibilizadas e estimulam a inovação no ambiente de trabalho e nas indústrias. O resultado reflete todo o trabalho realizado em conjunto com as indústrias”, afirmou.
Na abertura do evento estiveram presentes o governador Wilson Martins, autoridades públicas, empresariais e representantes de órgãos e instituições piauienses. No ato, a Federação das Indústrias do Estado do Piauí foi representada pela diretora de assuntos corporativos, Ana Paula Lacerda.
Participaram ainda, o diretor regional do SENAI-PI, Ewerton Negri Pinheiro, o superintendente do SESI-PI, Mardônio Neiva, o secretário de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico, Warton Santos, além de diretores e colaboradores do Sistema FIEPI, entre outros.
Última atualização ( Ter, 23 de Outubro de 2012 14:42 )

domingo, 21 de outubro de 2012

Boa para Saúde


CASTANHA DE CAJU: genuinamente brasileira, é a campeã em gorduras monoinsaturadas (apenas três unidades contêm dois gramas!). Por ser rica em um aminoácido chamado triptofano, ajuda na formação de serotonina, neurotransmissor relaxante e calmante. E também possui fósforo, que contribui para a prevenção da osteoporose, e potássio, que auxilia no equilíbrio dos batimentos cardíacos. E não para aí: magnésio, zinco e grandes quantidades de vitaminas do complexo B também estão presentes na castanha de caju. Quanto às calorias, 100 gramas contêm cerca de 609 kcal Thinkstock

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Ingredientes do caruru combatem os radicais livres

Qua , 26/09/2012 às 09:45 | Atualizado em: 26/09/2012 às 09:45.  www.atarde.uol.com.br

Ingredientes do caruru combatem os radicais livres

Líliam Cunha
  • Eduardo Martins | Ag. A TARDE
    O quiabo é um vegetal de baixa caloria e rico em fibras
Principal ingrediente do caruru, o quiabo é um vegetal de baixa caloria, rico em fibras, fonte de cálcio, sais minerais e vitaminas A, C e do complexo B (tiamina, riboflavina e niacina). De fácil digestão, é eficaz no tratamento de inflamações no intestino, bexiga e rins, explica a nutricionista Eneida Bomfim.

Trazido para o Brasil juntamente com os africanos, o vegetal, aliado aos outros ingredientes, como a castanha de caju, amendoim, gengibre e azeite de dendê, tornam o caruru uma das fontes mais ricas de alimentos que temos.

Segundo a nutricionista, a junção destes ingredientes, combatem os radicais livres, baixam o colesterol, e causam um bem-estar tão grande, que há quem afirme que vem daí o bom humor dos baianos.
Riqueza de nutrientes

Importante fonte vegetal de omega 3, a castanha de caju, por exemplo, é rica em vitamina E, substância antioxidante, cujos efeitos atuam como protetores do sistema imunológico, agindo ainda no combate ao LDL (colesterol ruim).

"No preparo do caruru temos ainda o gengibre, que além de ser considerado um poderoso anti-inflamatório, anticoagulante, antioxidante e bactericida, contribui com a digestão das gorduras", ressalta a nutricionista.
Segundo ela, também é importante frisar a importância nutricional do azeite de dendê. "Rico em vitamina A, o dendê, possui efeitos antioxidante cujas funções agem na remoção ou inativação dos radicais livres", finaliza Eneida Bomfim.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Guiné-Bissau. Exportação de castanha de caju cai 50%

Guiné-Bissau. Exportação de castanha de caju cai 50%

A exportação de castanha de caju deverá registar uma queda de 50%, com cerca de 75 mil toneladas por escoar e 30 mil toneladas por colher.

Depois de nos últimos anos ter crescido sustentadamente, o crescimento da exportação de castanha de caju no país foi revisto em baixa este ano, de 4,6% para 2,8%, o que representa uma queda de 50%.Recorde-se que a castanha de caju representa cerca de 15% do PIB guineense.
AT com Oje