domingo, 25 de novembro de 2012

COOPERCAJU e APISMEL participa da FENAFRA no Rio de Janeiro

 Entrada Feira da FENAFRA no Rio de Janeiro
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 stand Rede Xique Xique
stand Rede Xique Xique
O RN tinha 03 representantes na audiencia da ABRABIO 
com o Ministro Pepe Vargas do MDA.
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Terezinha Oliveira conversando com o Ministro PePe da MDA
na Feira FENAFRA no Rio de Janeiro.
 José Helio Morais da Costa - presidente da APISMEL
representando apicultura de Serra do Mel.
Foto
 

OS REPRESENTANTE DA COOPERCAJU e APISMEL,
participarem junto com outros produrtores da região Oeste do RN,
na Stand da Rede Xique Xique

domingo, 18 de novembro de 2012

Tecnologia Social - Máquinas de corte de castanha de caju. Serra do Mel

A vida dos empreendimentos da Agricultura Familiar ou da Economia Solidária não é fácil. Concorrer com as empresas, que recebem incentivos e apoio do governo, ou acessam credito de forma menos burocrática, estes empreendimentos buscam sua sobrevivência no fio tênue do equilíbiro financeiro e quando o tem. Muitas são as dificuldades enfrentadas, desde o ambiente interno quanto no ambiente externo aos mesmos.
Alguns locais, e dependendo do tempo que desenvolvem as atividades, relacionadas principalmente as ua cadeia produtiva, aparecem a criatividade, a busca de superação dos obstáculos e evidencia-se a capacidade humana da criação, da invenção, da adptação culminando no surgimento de sistemas, máquinas e ferramentas e instrumentos que melhoram o executar de tal atividade, tarefa ou função.
Muitas vezes, talvez por falta de olhar mais apurado, ou de uma visão mais simplicista, estas
oportunidades passam desapercebidas ou não damos a improtância devida.
Em 2010, um grupo de associados da APABV esteve na Serra do Mel, e teve contato com uma máquina de corte que melhoraria ou trabalha, permitindo ao operador aumentar sua renda em função da produtividade obtida.
As máquinas que utilizamos nos processos de corte de castanha de caju são estas abaixo e que precisam de duas pessoas para a operação.



A Serra do Mel é uma referência no Rio Grande do Norte em produção e beneficiamento de castanha de caju, em outras palavras se criou um CLUSTER, no que se refere a cadeia produtiva da cajucultura, com o nível de desenvolverem sua própria tecnologia. Uma das personalidade de criação que tivemos a oportunidade de conhecer foi o já falecido sr. Zé Bento, muito criativo, pessoa de personalidade forte mais muito inteligente. No desenvolver das suas atividades todos desenvolveram algum tipo de maquinas ou aperfeiçou instrumentos e ferramentes com o intuito de melhorar o seu dia-a-dia e sua produção.
Assim, o modelo de máquina de corte mostrado abaixo, vem desta visão empreendedora, da busca pela melhoria dos serviços. Todo os méritos são aos amigos e trabalhadores da cajucultura de Serra do Mel, que aos poucos estão sendo reconhecido e incorporadas por outros modelos de produção e projetos relacionados com a cajucultura. A Fundação Banco do Brasil e os parceiros do Projeto Cajucultura do RN, estão incorporando a tecnologia social surgida em Serra do Mel nas Unidades de Beneficiamento ligadas ao Projeto da cajucultura do RN.



Este modelo, dentro das nossas expectativas pode nos ajudar na solução da falta de cortadores em função da não necessidade de duas pessoas na operação do corte e outra para a retirada da amêndoa da casca.
Logo, a possibilidade de cada cortador aperfeiçoar o corte e aumentar sua renda em função do aumento da produtividade.

domingo, 4 de novembro de 2012

Seca e mosca branca podem dizimar produção de caju


ASSÚ – O prolongamento do quadro de estiagem e o aparecimento da praga da Mosca Branca, que infestou praticamente todos os pomares de caju, poderão levar a um prejuízo de 100% da produção de castanha prevista pela diretoria da Cooperativa de Produtores de Castanha de Caju, no projeto de assentamento rural de Novo Pingos, município do Assú.
A expectativa sombria foi feita pelo presidente da organização, Manuel Cristiano da Cunha.
O dirigente cooperativista lamentou que, além dos problemas decorrentes da seca, a situação só fez piorar com o surgimento da praga. Manuel Cristiano disse que há uma preocupação muito grande diante do panorama atual.
"O pior de tudo é que até agora não temos encontrado uma solução para resolver este impasse", refletiu. "A certeza que temos é que não haverá safra de caju este ano em praticamente todo o Estado", completou.
Manuel Cristiano disse que, semana que passou, a questão foi tema de um encontro com representantes de uma das instituições parceiras das entidades que atuam na produção de castanha de caju no Estado: a Fundação Banco do Brasil (FBB).
"O encontro foi para uma ampla discussão sobre os problemas enfrentados por todas as cooperativas iguais à nossa no Rio Grande do Norte", explicou o dirigente cooperativista. PESSIMISMO
Ele ressaltou que, em consequência do agravamento do problema, já houve uma nova estimativa com relação aos danos que a estiagem e a praga provocarão na safra de caju em 2012.
"Antes tínhamos calculado que a safra poderia ter uma perda de 70% por conta da seca, mas agora, com a chegada da mosca branca, reavaliamos a situação e já se pode dizer que esta perda poderá chegar aos 100%", manifestou o presidente da entidade cooperativista.
saiba mais
Mosca Branca
O adulto de mosca branca mede de 0,8 a 1,0mm, com corpo amarelo, quatro asas membranosas recobertas por pulverulência branca. Em condições favoráveis, sua longevidade pode ser de até 20 dias, sendo mais comum 10 dias. Uma fêmea coloca cerca de 250 ovos, dependendo do hospedeiro e da temperatura.
Ninfa
A ninfa, de hábito sedentário, mede cerca de 0,3 a 0,6mm, com duração de cerca de 10 a 12 dias, dependendo das condições ambientais e da planta hospedeira. As ninfas possuem quatro fases diferentes de desenvolvimento. (1º, 2º e 3º Instar). Após o terceiro Instar, temos a fase de pupa e finalmente adulto.

Ovos
São encontrados, na face inferior do
limbo foliar das plantas, geralmente
próximo às nervuras, ovos (0,2mm) presos por um pedúnculo curto, que
levam cerca de 6 a 12 dias para eclodirem e
surgirem as ninfas.
Área de abrangênciaTambém são encontradas, na face
inferior das folhas a pupa e os adultos, entretanto este último apresenta grande agilidade de locomoção e
dispersão por meio do vento, podendo ser encontrado a 7km da área atacada.

Postado:  Quinta-feira, 01 de Novembro de 2012 às 00:00 / Por: Redação - www.omossoroense.com.br - Regional

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

SENAI expõe projeto de inovação na Semana de Ciência e Tecnologia

Escrito por ASCOM Qua, 17 de Outubro de 2012 15:07
Com o objetivo de fortalecer a política de desenvolvimento da ciência e tecnologia piauienses, acontece entre os dias 17 e 18 de outubro, na Federação das Indústrias do Estado do Piauí (FIEPI), a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). Este ano, a temática do evento é Economia Verde, Sustentabilidade e Erradicação da Pobreza.
Uma feira está sendo realizada paralelamente ao evento, com exposições de produção científica, soluções de inovações e resultados. No local consultores e analistas do Sebrae e organizações parceiras repassam aos visitantes informações sobre os projetos desenvolvidos no Estado.
Parceira do evento, a FIEPI, através do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Piauí (SENAI-PI) mantém um stand no local onde apresenta, entre outros produtos e serviços, o Projeto de Inovação Desenvolvimento de Antioxidante para a Indústria de Biocombustíveis a partir de subprodutos da cadeia produtiva da castanha de caju.
Desenvolvido através de parceria entre a Vegeflora, SENAI-PI e Universidade Federal do Piauí, por meio do Núcleo de Pesquisa em Biodiversidade e Biotecnologia (BIOTEC), o projeto encontra-se em fase final de aperfeiçoamento.
De acordo com o professor da Universidade Federal do Piauí (UFPI), José Roberto, responsável pelo projeto, o Líquido da Castanha de Caju (LCC) é o principal componente do antioxidante, ele é utilizado diretamente, sem nenhum processamento, apenas a filtragem. Segundo ele, já foram sintetizados vários antioxidantes apenas mudando os aditivos, para aumentar a qualidade do produto, mas todos são à base de LCC.
Na opinião do diretor regional do SENAI-PI, Ewerton Negri Pinheiro, “isso mostra que as lideranças do Sistema Federação das Indústrias do Piauí (FIEPI) estão sensibilizadas e estimulam a inovação no ambiente de trabalho e nas indústrias. O resultado reflete todo o trabalho realizado em conjunto com as indústrias”, afirmou.
Na abertura do evento estiveram presentes o governador Wilson Martins, autoridades públicas, empresariais e representantes de órgãos e instituições piauienses. No ato, a Federação das Indústrias do Estado do Piauí foi representada pela diretora de assuntos corporativos, Ana Paula Lacerda.
Participaram ainda, o diretor regional do SENAI-PI, Ewerton Negri Pinheiro, o superintendente do SESI-PI, Mardônio Neiva, o secretário de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico, Warton Santos, além de diretores e colaboradores do Sistema FIEPI, entre outros.
Última atualização ( Ter, 23 de Outubro de 2012 14:42 )

domingo, 21 de outubro de 2012

Boa para Saúde


CASTANHA DE CAJU: genuinamente brasileira, é a campeã em gorduras monoinsaturadas (apenas três unidades contêm dois gramas!). Por ser rica em um aminoácido chamado triptofano, ajuda na formação de serotonina, neurotransmissor relaxante e calmante. E também possui fósforo, que contribui para a prevenção da osteoporose, e potássio, que auxilia no equilíbrio dos batimentos cardíacos. E não para aí: magnésio, zinco e grandes quantidades de vitaminas do complexo B também estão presentes na castanha de caju. Quanto às calorias, 100 gramas contêm cerca de 609 kcal Thinkstock

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Ingredientes do caruru combatem os radicais livres

Qua , 26/09/2012 às 09:45 | Atualizado em: 26/09/2012 às 09:45.  www.atarde.uol.com.br

Ingredientes do caruru combatem os radicais livres

Líliam Cunha
  • Eduardo Martins | Ag. A TARDE
    O quiabo é um vegetal de baixa caloria e rico em fibras
Principal ingrediente do caruru, o quiabo é um vegetal de baixa caloria, rico em fibras, fonte de cálcio, sais minerais e vitaminas A, C e do complexo B (tiamina, riboflavina e niacina). De fácil digestão, é eficaz no tratamento de inflamações no intestino, bexiga e rins, explica a nutricionista Eneida Bomfim.

Trazido para o Brasil juntamente com os africanos, o vegetal, aliado aos outros ingredientes, como a castanha de caju, amendoim, gengibre e azeite de dendê, tornam o caruru uma das fontes mais ricas de alimentos que temos.

Segundo a nutricionista, a junção destes ingredientes, combatem os radicais livres, baixam o colesterol, e causam um bem-estar tão grande, que há quem afirme que vem daí o bom humor dos baianos.
Riqueza de nutrientes

Importante fonte vegetal de omega 3, a castanha de caju, por exemplo, é rica em vitamina E, substância antioxidante, cujos efeitos atuam como protetores do sistema imunológico, agindo ainda no combate ao LDL (colesterol ruim).

"No preparo do caruru temos ainda o gengibre, que além de ser considerado um poderoso anti-inflamatório, anticoagulante, antioxidante e bactericida, contribui com a digestão das gorduras", ressalta a nutricionista.
Segundo ela, também é importante frisar a importância nutricional do azeite de dendê. "Rico em vitamina A, o dendê, possui efeitos antioxidante cujas funções agem na remoção ou inativação dos radicais livres", finaliza Eneida Bomfim.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Guiné-Bissau. Exportação de castanha de caju cai 50%

Guiné-Bissau. Exportação de castanha de caju cai 50%

A exportação de castanha de caju deverá registar uma queda de 50%, com cerca de 75 mil toneladas por escoar e 30 mil toneladas por colher.

Depois de nos últimos anos ter crescido sustentadamente, o crescimento da exportação de castanha de caju no país foi revisto em baixa este ano, de 4,6% para 2,8%, o que representa uma queda de 50%.Recorde-se que a castanha de caju representa cerca de 15% do PIB guineense.
AT com Oje

sábado, 15 de setembro de 2012

Praga da Mosca Branca

06/09/2012
Além da seca, praga da Mosca Branca se constitui em ameaça potencial para cajucultura da região

As adversidades decorrentes do período de estiagem no segmento da cajucultura passaram a somar com outra dificuldade exponencial: a presença da praga da Mosca Branca. O problema foi alertado pelo presidente da Associação de Pequenos Produtores do projeto de assentamento de reforma agrária de Novo Pingos, em Assú, Manuel Cristiano da Cunha. A entidade mantém uma unidade de beneficiamento da castanha do caju com uma produção que atende aos mercados interno e externo. O dirigente associativista registrou que a falta de chuva já é uma grande preocupação e, agora, surge uma preocupação ainda maior que é a Mosca Branca. Manuel Cristiano disse que, para que se projete uma boa safra de caju é indispensável que se obtenha uma boa temporada chuvosa, numa média de 600 a 700 milímetros. Contou que este ano, no caso particular de Novo Pingos e região, choveu um pouco mais de 160 milímetros o que é insuficiente para garantir uma safra razoável. O dirigente disse que o reflexo disso é que, em pleno fim de agosto, não se consegue vislumbrar o florescimento dos cajueiros. Manuel Cristiano disse que normalmente já era para os pés de caju estar safrejando nesta época do ano. Declarou que a temporada propícia da safra são os meses de outubro e novembro até o início de dezembro. Mas, observou o dirigente, do jeito que está, dificilmente haverá uma florada que indique uma boa safra, reafirmando que as dores de cabeça aumentam com a presença da Mosca Branca. Ele disse que diversos pomares já apresentam indícios de presença do inseto. Salientou que a Mosca Branca está chegando numa velocidade muito rápida nos pomares de caju da região, inclusive na área do assentamento. Manuel Cristiano relatou que o maior prejuízo provocado pela praga é impedir que o pomar safreje. Ele afirmou que não tem como aquele pé de cajueiro produzir estando contaminado pela Mosca Branca, dizendo que idêntica situação observa-se em cidades como Apodi, Severiano Melo e Portalegre, dentre outras. Manuel Cristiano confidenciou que a aflição é maior ainda pelo fato de ter sido celebrado recentemente um contrato de fornecimento do produto beneficiado com uma rede de supermercados no valor de 200 mil reais. O contrato envolveu a Central de Produção e Beneficiamento que é composta por 10 cooperativas e associações com atuação na área. Destacou que o temor dos dirigentes é que a produção se frustre e não haja condição de respeitar os termos contratuais. Seu temor é que, se o contrato não for cumprido, as entidades terão que pagar uma multa. Prevendo tal situação ele informou que os representantes das 10 entidades de produção e beneficiamento da castanha do caju já procuraram assessoramento junto ao escritório regional do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa do Rio Grande do Norte, Sebrae/RN, em Mossoró, e à fundação Banco do Brasil, FBB, em Brasília. O objetivo é viabilizar uma renegociação do contrato com a rede de supermercados a fim de evitar a punição aos fornecedores, em consequência da impossibilidade de atender à demanda contratada.

14 produtos - incluido no PGPAF

Agricultor familiar terá desconto em empréstimo para custeio de 14 produtos em setembro

Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar concede bônus quando o preço de culturas financiadas está abaixo de garantir custo da produção

Agricultores familiares de 21 estados que têm empréstimos bancários por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) terão desconto no pagamento de parcelas do crédito rural em setembro, caso produzam estes 14 itens: açaí, babaçu, borracha natural, cará/inhame, castanha de caju, castanha do Brasil, cebola, laranja, leite, pequi, piaçava, sisal, sorgo e triticale.
O desconto é uma estratégia do Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF). Toda vez que o preço médio de algum produto pago pelo consumidor não for suficiente para cobrir os custos da produção, é calculado um bônus com base nessa diferença de preços. Este desconto será dado pelos bancos ao agricultor familiar no saldo devedor dos financiamentos do Pronaf.
Mensalmente, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) faz um levantamento nas principais praças de comercialização dos produtos da agricultura familiar e que integram o PGPAF. O programa abrange 49 produtos. Os bônus variam de acordo com a cultura produzida e o estado. O desconto concedido em setembro é para pagamentos de empréstimos que serão feitos entre 10 de setembro e 9 de outubro.
O produto com o maior bônus este mês é a borracha natural (extrativista) do estado do Acre, que obteve 54,99% de desconto. Em seguida, estão o babaçu (amêndoa) no Ceará, com 44,44%; e a borracha natural oriunda do Maranhão, com 41,18%. Confira as tabelas de descontos por produto e estado nas páginas 53 e 54 da seção 1 no Diário Oficial da União da última terça-feira (11). Os agricultores que têm direito ao desconto devem procurar os bancos em que realizaram o empréstimo.
Os bônus das operações de custeio e investimento do PGPAF ficam limitados a R$ 7 mil anuais por agricultor familiar. Nas operações de investimento do Pronaf, para que o bônus seja concedido, é necessário somente que um único produto corresponda a no mínimo 35% da renda estimada pelo agricultor para o pagamento do financiamento.
Os 49 produtos do PGPAF são: abacaxi, açaí (fruto), algodão em caroço, alho, amendoim, arroz longo fino em casca, babaçu (amêndoa), banana, baru (fruto), batata, batata-doce, borracha natural cultivada (heveicultura), borracha natural extrativa, café arábica, café conilon, cana-de-açúcar, cará, carne de caprino, carne de ovino, castanha de caju, castanha do Brasil (com casca), cebola, feijão, girassol, inhame, juta (embonecada), laranja, leite, maçã, malva (embonecada), mamona em baga, manga, mangaba (fruto), maracujá, milho, pequi (fruto), piaçava (fibra), pimenta do reino, pó cerífero de carnaúba, raiz de mandioca, sisal, soja, sorgo, tomate, trigo, triticale, umbu (fruto), tangerina e uva.

fonte: Portal Brasil - http://hnews.com.br/?p=4495

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Beneficiamento de Castanha de Caju

Minifábricas de beneficiamento

Território: Semi-Árido

Estima-se que, somente em 2004, trabalhadores rurais da Região Nordeste do país produziram 183 mil toneladas de castanhas-de-caju, gerando exportações equivalentes a US$ 186 milhões. A fim de aproveitar esse potencial, o governo brasileiro e empresas estão investindo no processo agroindustrial do caju, com o beneficiamento de castanhas e polpas.
A tecnologia visa a organizar minifábricas na configuração de um Módulo Agroindustrial Múltiplo de Processamento de Castanha-de-caju. O modelo atende às unidades (cooperativas de produtores) que adotam o processo e à linha de equipamentos desenvolvidos pela Embrapa. Também ocorre a implantação de uma unidade central de beneficiamento, acabamento, embalagem e comercialização.
Tal ação permite a articulação de agentes produtivos com interesses comuns, superando pontos críticos do processamento, gerando o aumento em 50% das amêndoas inteiras.
O processo de beneficiamento da castanha-de-caju tem as seguintes etapas, de acordo com a Unidade de Agronegócios do Sebrae Nacional:
A secagem das castanhas é feita em quadras de cimento ou em terreiros com o objetivo de reduzir a umidade para em torno de 8%. Depois de limpas, são classificadas e armazenadas em local arejado e seco. Dessa forma, é possível estocá-las por até um ano, enquanto se aguarda o beneficiamento.
A industrialização da castanha-de-caju começa com o cozimento por aproximadamente 20 minutos em autoclaves. Depois que saem das autoclaves, as castanhas seguem para o corte. O trabalho é feito preferencialmente em duplas. Uma pessoa opera a máquina de corte e a outra ajuda a separar a amêndoa da castanha.
A amêndoa, já sem a casca, passa por outras etapas de beneficiamento. Para reduzir a umidade, é preciso colocar as amêndoas em estufas por seis a oito horas. Depois de esfriar por duas a três horas, seguem para o umidificador. Isso facilita a próxima etapa de beneficiamento: a despeliculagem.
Neste processo, a retirada de películas é feita primeiramente com a utilização de equipamento. Em seguida, vem o acabamento manual, que garante melhor qualidade final e redução do percentual de quebra das castanhas. Nesta etapa, as amêndoas são separadas em grupos por tamanho, integridade e cor, para atender às demandas do mercado comprador. Em seguida, são embaladas.
Os conceitos de classificação e especificação de qualidade são determinados pelo Ministério da Agricultura e estão de acordo com as normas internacionais. Atualmente, o produto in natura é destinado ao mercado externo.
Para o mercado interno, as amêndoas recebem outro tratamento. Depois de selecionadas, elas são fritas em óleo de qualidade por aproximadamente três minutos. Em seguida, vão para a centrifugação a fim de que seja retirado o excesso de óleo. Ainda quentes, são salgadas e embaladas.
publicado:  http://rts.org.br/tecnologias-priorizadas/minifabricas-de-beneficiamento